Intenso


existe um sentimento de Dor
um completo horror
ha tudo que me tornei
ha tudo que eu pude ver

existem uma magoa escondida
um rancor incoerente ao que eu chamo de amor
indecente, mas completamente insolúvel
eu lhe vejo como meu maior câncer

existe uma sombra ao teu redor
que me atrai para perto de ti
sobre tudo como uma pequena flor
sobre tudo como meu maior predador

existe um escudo
que se quebrou
existe uma palavra
e tudo de repente se acabou

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Mexidão cast #3 -Especial Vampiros

No terceiro episódio do Mexidão Cast, Thiago MendesPatrick MurtaJoão GustavoRaphael QueirozDiego Mendes e Camila Ribeiro discutem sobre quem são estes seres, além de recomendar (e criticar) obras antigas e recentes sobre eles.

Comentado neste episódio:

– Drácula de Bram Stoker: O Início de tudo.

– Saga Crepúsculo: Fala sobre vampiros de verdade?

– João Gustavo demonstra todo seu amor pela Saga Crepúsculo.

– Nunca convide um vampiro para entrar em sua casa.

– Lestat: Um vampiro de responsa.

– HellsingBladeAnjos da Noite e outras adaptações.

– Vampiros Brasileiros: Mas que palhaçada é essa?

–  Vlad Dançando Thriller clique aqui

Ouça no PLAYER abaixo ou baixe diretamente do Mediafire o arquivo MP3.

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Unicamente feito de barro

Eu não fui feito de barro,

Não fui feito de amor,

Fui feito do vazio,

Do escuro

Da dor,

Eu não fui feito de barro,

Não me tiraram a costela,

Fui feito das escolhas,

Dos resultados,

Das escolhas,

Há mas me vejo assim

Em meio há passos largos,

Caminhando para o final eminente de quem ao menos sabe o que é

Eu fui feito do pavor pela vida,

Do medo do amor

Eu levei meus cavalos brancos para o único lugar do mundo,

Que pelo caminho me deixei levar,

Inexistente único semelhante ocorrido fato,

Perdido, acanhado, sozinho.

Fantasmas

Não mais pensei em meus dias ao teu lado,

Enviei me ao limbo do mundo interno ao que via em minha mente,

Segurei em tua mão e deitei-me em teu colo

Morri de paixão,

Sou eu infortúnio eterno enfermo em meio ao caos

Fantasmas mesmo que ainda me assombram

Erradicando memórias

Extraindo historias

Obrigando o caminho a se curvar a mim

Me perguntando quando a noite terá seu fim.

inalcançável

como seria o inevitável

inevitavelmente aconteceria?

inevitavelmente passaria

e sempre em torno de nos mesmo a dor estaria a pairar

nego me a andar pela luz

nego me a deixar que ela me iluda

pois vejo os olhos dela me tratarem de forma fira e impiedosa

morta como se nada mais fosse

serena como se nada mais importasse

inundando me com seu desprezo pela vida ou pela dor de meus sonhos

inevitavelmente sombria

inevitavelmente indolor

como sempre

inalterada perante meus olhos

como sempre amante de outros olhares

menos os meus

que tanto preso pela sua alma

que tanto peço por tudo que chora

incansável de tanto chorar

vou indo em frente

caminhando como sempre

em busca de um altar

negro vidro do teu espelho e me vejo só novamente sem ter o que escutar

Abstrato


Incontrolável este sentimento de culpa e dor
Acostumado a andar pelo caminho errado
Acostumado a pagar pelos pecados
Mesmo que nunca existiram
Evitando o descaso
Obscurecendo o incalculável

Temo tanto me ver assim
Tanto não ter você perto de mim
Incontrolável este sentimento
Incontrolável minhas palavras
Depois de tanto tempo intocável
Quando tocado não sabe como se portar

Eu tento desesperado mostrar o valor
Eu tento fazer o que há de amor
Mostrar se por si só
Inegável, indomável, interminável
Sentimento duro, de tanto apanhar acostumou-se a não se mostrar
Encouraçado em sua armadura,
Fechado em sua concha escura
Você não consegue me escutar

Horizonte

e se não mais existir limites

e se não mais eu disser te amo

diria a mim mesmo uma mentira?

diria a mim mesmo que é finado o que o final pegou?

e se não mais tiver barreiras?

e se você não mais me quiser?

pregado em dor acatando ordens

deixado de lado

humilhado perante homens

diria que seria o fim?

diria que seria um coitado?

e se você não me ouvir?

e se não mais nos falarmos?

seria isso o sinal da morte?

ou gosto de seus lábios frios em minha boca sombria?

e se não viesse as ordens?

e se não houver mais historia?

quanta gente nobre iria se desfrutar de um caminho único

bipolar

diante de olhos frios

diante de uma só palavra

faz de mim a duvida

em duvida

pois tudo tem um fim

e o fim perto de tudo esta